Mostrando postagens com marcador Album de fotos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Album de fotos. Mostrar todas as postagens

10 de agosto de 2025

UMA BOA PROSA SILENCIOSA


 Dias atrás fui dar uma caminhada em uma praça muito bonita aqui no bairro que moro em São Paulo, a Pompéia, e essa praça, que frequento há muitos anos, levei o Gabriel, meu filho, muitas vezes, desde nenezinho para passear, se deliciar com aquelas tardes de sol abençoando a gente. Uma praça muito bonita ao qual tenho muito carinho. Meu filho ainda hoje, vez ou outra, vai jogar bola com uns amigos numa quadra que tem por lá. Eu já não vou mais tanto. Porém, dias atrás, como disse, fui dar uma caminhada nessa praça e revi uma velha amiga que está lá silenciosa, mas que muitas vezes nos comunicamos... numa frequência própria de quem, como eu, às vezes, só quer desfrutar um momento assim... com essa velha amiga. E fez um bem danado revê-la.

10 de dezembro de 2013

BRINQUEDOS ANTIGOS, BRINQUEDOS VIVOS

            Está acontecendo no Sesc Pompéia, aqui em São Paulo, desde julho e vai se estender até fevereiro de 2014, a exposição Mais de mil brinquedos para criança brasileira, uma belíssima amostra que teve a direção de arte de Vera Hamburguer, trazendo brinquedos de várias épocas, de todos os tipos; pura magia, puro encantamento e não há quem se delicie e seja apaixonado por bonecos, carrinhos, trens, enfim, brinquedos, resgatando ou mantendo feliz a criança que está dentro de todos nós, mesmo com alguns brinquedos que, no mínimo nos instigam ou... amedrontam.
             Como moro praticamente vizinho do Sesc Pompéia e sou assíduo frequentador, trago aqui algumas imagens captadas em uma das minhas voltas por lá, algumas muitas vezes hipnotizado por esses seres que habitam nossa felicidade, nossa imaginação e nossa alma de criança.
Vale a pena conferir. Maiores detalhes aqui.

      

14 de outubro de 2013

VISITA FOTOGRÁFICA

           
O querido amigo de longa data, tremendo ilustrador e fotógrafo Alexandre Santos, veio me fazer uma visita nesse último final de semana, sábado, dia 12 de outubro (qualquer coisa com o Dia das Crianças, é mera coincidência!) para me fotografar aqui no estúdio enquanto trabalhava. Tratava-se de fotos para um projeto pessoal ligado à Escola Panamericana de Artes, onde dá aula. As fotos foram feitas enquanto eu desenhava uma página à lápis da hq "Com ela no fim do mundo", roteiro do Daniel Esteves e que terá arte-final do Omar Viñole. Essa hq fará parte da revista "São Paulo dos mortos", a ser lançada em novembro agora durante o FIQ, Festival Internacional de Quadrinhos em Belo Horizonte.
Para conhecerem mais trabalhos do Alexandre Santos como ilustrador é conferir aqui.

3 de julho de 2013

ARQUEOLOGIA

            Dias atrás quando fui participar do programa  Fator HQ , o Klebs Jr., apresentador do programa e grande quadrinista, sugeriu que para um clipe com uma mini-biografia minha, eu enviasse algumas fotos antigas, coisas velhas mesmo, revirar o baú. O resultado foi que, como não tinha esse material fotográfico em arquivo digital, fui obrigado a revirar velhas caixas e albuns. Já havia postado algumas dessas fotos no meu Facebook e agora coloco aqui mais algumas.
            Uma coisa que definitivamente não sou, é saudosista, essa coisa de ficar lembrando com muita saudades  um passado distante, não é comigo mesmo. Mas vale mostrar, como curiosidade vez ou outra, coisas desse tipo, para vermos se o tempo, no mínimo, foi maldoso ou benevolente com a gente.


01- Com Mentore Conti, início dos anos 80 em Jaboticabal, interior de São Paulo, cidade que morei durante alguns bons anos. O Mentore, hoje, professor, foi parceiro meu em um dos primeiros trabalhos que publiquei, Hugo Terrara, o qual fez o roteiro. O corpo atlético diz tudo, não?
02- Tempos de música com a banda "Lã de Vidro", início dos anos 80. Muita estrada rodada em festivais de música e shows. Algo que me dediquei muito, durante um bom período.
03-Festival de Quadrinhos em Araxá, 1989. Noitada de muito bate-papo com alguns dos participantes, como Henrique Farias, Antonio Roque Gobbo, Moacir Torres, Gustavo Machado, Franco De Rosa, entre muita gente aí.
04- Época em que ainda residia em Jaboticabal, trabalhando na assessoria de imprensa da prefeitura, início dos anos 90. Na foto com o saudoso e querido Ayres de Campos, jornalista e dono do principal jornal da cidade, com quem trabalhei e aprendi muito, em todos os sentidos.
05-Momento Geraldão e com participação do cunhadão.
06-Na antiga Gibiteca Henfil, na Vila Mariana, palestrando no evento Horrorcon, em 1996, falando sobre meus quadrinhos do Zé do Caixão.
07-Trabalhando em stand do banco BCN fazendo caricaturas ao vivo. Se não me engano essa foto foi feita em Niterói, início dos anos 2000 e eu, com uns 30 kg mais magro, ao lado do querido Airton José, que então trabalhava no banco. 
08-Com Romana Flora, esposa e companheira de vida, na sessão de autógrafos de "À meia-noite levarei a sua alma" no Espaço Unibanco em 1996.
09-1979... bem... eram os anos 70... e a gente era muito jovem e... enfim.




           

21 de junho de 2011

EU, ELES, MAIS OUTROS E O FIM DE TARDE... COM SOLZINHO

          Mais uma das boas e tranquilas caminhadas (às vezes com meu pequeno, às vezes não) no final das tardes e, como já comentei algumas vezes aqui, nada mais me anima e deixa pleno que uma belo final de tarde com o solzinho mansamente indo embora e deixando uma boa sensação, embora às vezes difícil de se explicar, mas também nem é preciso explicar nada. Alguns momentos porém, valem ser capturados. Principalmente quando se tem a sensação que muitas pequenas e grandes presenças te olham, te contemplam, assim como você, contempla aquele final de tarde.
         Todos compartilhamos da mesma boa sensação.

17 de maio de 2011

A PRAÇA SOLAR

            Essa praça fica aqui na Pompéia, bairro onde moro  em São Paulo, junto com minha família :esposa e filho.
           Gosto de dias ensolarados, céu azul bonito. Os que me conhecem intimamente, sabem disso, o quanto fico acizentando em dias cinzas. Redundâncias do espírito. Mas é assim mesmo. Porém, sei que é preciso entender as variações do tempo e que todas são necessárias. Pulemos este trecho da conversa então.
           Nessa praça costumo trazer o Gabriel para passear, ver muito verde, grama, crianças brincando, velhinhos se exercitando. Vez ou outra alguma boa sensação é vivenciada, apreciada, como outro dia em que eu e o Gabi em seu carrinho envenenado nos deparamos com um tremendamente feliz velhinho de seus 80 anos,  andando de bicicleta, todo feliz, todo sorridente, enquanto pedalava.
          Isso valeu a tarde. Valeu a ida à pracinha. E como sempre valeu sentir isso ao lado de meu filho.
         E eu não sei o nome da praça. Mas na próxima vez que for lá, vou procurar saber. Se é que isso importa mesmo.